07:26

Cachorros Quentes Tropicais

Cachorros Quentes Tropicais
Com os dias quentes de Verão apetece comida de churrasco. Depois de conhecer as salsichas de churrasco da Primor Charcutaria, decidi fazer um miminho para os meus filhos que adoram salsichas: Cachorros Quentes! Existem duas variedades de salsichas de churrasco Primor, a normal e a picante. As picantes não são excessivamente fortes, o que é excelente pois controlamos nós o picante que lhe vamos por em cima.




Sim eles A-D-O-R-A-M cachorros quentes, que até agora fazia com salsichas de frasco, mas nunca mais. Com estas salsichas de churrasco da Primor, os cachorros quentes ficam muito, mas muito mais saborosos! E este molho tropical, ligeiramente picante, eleva o cachorro quente a outro nível totalmente diferente, para além de tornar a refeição mais leve e fresca.





Ingredientes (para 4 pessoas):

2 a 3 salsichas de churrasco picantes Primor Charcutaria por pessoa
pão para cachorro quente (a mesma quantidade das salsichas)
2 mangas maduras e firmes
malagueta vermelha qb (das compridas)
1/2 cebola roxa
coentros qb
sumo de uma lima
1 colher de chá de mel
uma pitada de sal
pimenta preta moída no momento


Preparação:

Aquece-se o grelhador eléctrico ou as fazem-se as brasas, e grelham-se as salsichas.

Entretanto faz-se o molho tropical.

Cortam-se as mangas em cubinhos e coloca-se numa tigela.

Pica-se a malagueta em pedacinhos pequenos e junta-se à manga.

Pica-se também a cebola roxa e coentros a gosto. Junta-se tudo à tigela com manga.

 Tempera-se com o sumo da lima o mel, sal e pimenta a gosto.

Mistura-se tudo e reserva-se. Caso seja preciso, ajusta-se o picante, o sal e pimenta e a quantidade de coentros.

Aquecem-se os pães de cachorro no grelhador.

Abrem-se os pães, coloca-se dentro um salsicha cortada ao meio e cobre-se com o molho tropical e serve-se de imediato.





12:44

Passeando por Portugal com muffins de mirtilos

Passeando por Portugal com muffins de mirtilos
Este ano decidimos dar uma volta por Portugal e dar a conhecer aos nossos filhos o que  o nosso país tem de melhor. Ficou muito por ver, mas foi uma experiência fantástica em família. Foram tantos os sítios que vimos e foram tantos que ficaram por ver. Aqui fica um cheirinho das nossas férias.

A viagem começou com um farnel bem aviado, porque nós adoramos picnics. Não há fotos da salada porque, bem, uma caixa de pirex com salada russa, não é uma cena assim glamorosa de se mostrar. Hehehe! Mas os nossos picnics consistem em saladas, sandes, muita fruta, água, sumos, tudo muito práctico de consumir.  Fazer picnics nas férias permite-nos conhecer parques e zonas de merendas, que de outra forma não conheceríamos. Foi desta forma que descobrimos a Parque da Cidade no Porto, o Parque Florestal de Vila Real, e o Parque Infante D. Pedro em Aveiro. Parques lindos, calmos, arranjados, limpos, perfeitos para parar e desfrutar de um delicioso momento de descontracção em família.




A nossa primeira paragem foi em Águeda, para rever a cidade que há tanto tempo não visitávamos. Mas o nosso destino era o Caramulo. Já não visitava o Caramulo desde, talvez, os meus 15, 16 anos. Era lindo nessa altura e é lindo agora! O nosso objectivo era visitar o Museu do Caramulo, mas antes houve tempo para sentar no parque de merendas ao lado do Museu para almoçar. Para quem aprecia automóveis, a sua história, recomendo vivamente a visita. Especialmente agora com a exposição temporária da Porsche e do Star Wars. Carros que são obras de arte, para apreciar com calma, e para quem gosta de tirar fotografias, perder horas a encontrar o ângulo perfeito do vosso carro favorito.

Se tiverem tempo, façam como nós e subam à rampa do Caramulo e apreciem a vista linda!

Passámos algumas noites em Lamego, essa cidade linda, antiga, que nos faz recuar no tempo. 



Passeámos muito pelas imediações de Lamego, mas como é óbvio subimos ao Santuário da Nossa Senhora dos Remédios. Um local maravilhoso, onde se vêem esquilos a subir nas árvores, com uma vista fantástica sobre Lamego e uma igreja linda. Local também perfeito para matar a sede na fonte junto ao santuário, com água fresca e revigorante.

De Lamego a Peso da Régua é um instante, e um passeio que vale a pena fazer. O meu filho dirá que Peso da Régua tem bons carros, eu digo que ele tem razão, mas não podemos esquecer a paisagem, o Rio Douro, o mercado, a comida. Enfim! Visitem!



A conselho do local onde ficámos hospedados, fomos visitar São Leonardo de Galafura. Lá podemos avistar um longo percurso do Douro, perceber o que realmente é o Douro vinhateiro. Mais uma vez, se gostam de fotografia, este é o local para tirar fotos espectaculares, ao contrário das minhas que foram tiradas com o meu humilde telemóvel.

Uma cidade que também desejava voltar a visitar era Chaves. Foi com grande tristeza que vi o Rio Tâmega sujo. Tanto o cheiro, como a cor castanha, água turva, avisam que esta água não é própria para banhos, nem para apenas molhar os pés. Porquê?! Porque razão se deixa um rio chegar a este ponto?
Também os edifícios antigos precisam de intervenção urgente. Os prédios estão muito degradados. A arquitectura típica da cidade precisa de ser preservada. Uma cidade como Chaves precisa de mais investimento no que realmente é importante. É de facto uma cidade envelhecida, mas ao mesmo tempo muito bonita, não esquecendo a famosa ponte romana erguida pelos romanos sobre o rio Tâmega.
Por acaso, durante uma tentativa de fugir ao calor abrasador que fazia naquele dia, entrámos na Igreja Matriz Santa Maria Maior, que nos surpreendeu por ter o seu interior decorado com madeira, ao contrário do que habitualmente encontramos nas igrejas portuguesas, que costumam ser de pedra.




Já a caminho do Porto, visitámos Guimarães. Não é aceitável falar no berço da nação e nunca o conhecer. Subimos ao Castelo de Guimarães, só foi pena que não fosse possível subir ao topo da torre de menage. Lá pode-se encontrar uma exposição que explica a cronologia e os intervenientes na fundação deste belo país à beira mar plantado.



E como não visitar Braga? Claro que tínhamos de passar por lá e, claro, subir ao santuário da Nossa Senhora do Sameiro e visitar o Bom Jesus de Braga. Não tivémos muito tempo para explorar a cidade, mas almoçamos nos jardins da Nossa Senhora do Sameiro, onde podem encontrar mesas de picnic, muita sombra, e até uma torneira com água para lavar as mãos.
O santuário e o meio circundante são lindos. Independentemente da crença de cada um, é um sítio muito bonito de visitar.








E não podíamos ir embora sem visitar o Bom Jesus de Braga. Tem imensa gente, a igreja está em obras de restauro, por isso não dá para ver muito, mas mesmo assim, a vista que se tem sobre Braga é linda e vale bem a pena a visita.

Chegados ao Porto, o difícil é escolher o que visitar, por isso tirem uns dias para visitar esta cidade que tem muito que ver. Tive pena de não subir à Torre dos Clérigos, mas estar quase uma hora à espera para subir é demais. São tantos os turistas a quererem visitar este monumento, que fazem filas intermináveis.




Depois do Porto, descemos em direcção às praias do sul, parando em Aveiro. Depois de passear pelas ruas de Aveiro, ver os moliceiros, a antiga Fábrica de Cerâmica Jerónimo Pereira Campos e a estacão da CP, fomos até ao maravilhoso Parque Infante Dom Pedro para fazer um pic-nic.



Segundo o meu filho, a Gafanha da Nazaré, no Verão, é um excelente sítio para fazer car spotting, por isso lá fomos nós. Enquanto ele tira fotos aos seus carros preferidos (e havia muitos) nós apreciavamos a praia e as casas típicas locais.


Com o dia a acabar, ainda houve tempo de passar pelo Mosteiro da Batalha, e lá fomos a caminho do Alentejo para passar uns dias. Quem visitar o distrito de Portalegre, sugiro a visita aos parques aquáticos do Crato e das Galveias.


E por fim, fomos a caminho das lindas praias do Algarve. Infelizmente enquanto lá estivemos, coincidiu com o incêndio de Monchique que encheu os céus de fumo e cinza. Pela primeira vez, em muitos anos, não visitámos a serra, devido ao incêndio. Mete dó olhar para a serra completamente ardida. 
Ora se vamos ao Algarve, temos de passar por Vilamoura para mais um pouco de car spotting. E como havia um evento da Lamborghini, foram horas de fotos para o meu filho e para o meu marido, enquanto eu e a minha filha disfrutávamos de um delicioso gelado numa esplanada da Marina.



Agora que as férias acabaram e os miúdos ainda aproveitam as últimas semanas de "fare niente" (se bem que têm ajudado imenso nas tarefas de casa), há que voltar à rotina e isso significa que o blog termina também a sua pausa para férias.

Para recomeçar de uma forma bem docinha, trago-vos estes muffins que fiz para levarmos na viagem. 





Ingredientes (16 muffins):

115g de manteiga à temperatura ambiente
200g de açúcar
2 colheres de chá de fermento para bolos
1 pitada de sal fino
2 ovos médios
250 de farinha sem fermento
125ml de leite
1 colher de chá de essência de baunilha
250g de mirtilos
1 colher de sopa de amido de milho

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Forrar formas de queques com forminhas de papel. Reservar.

Bate-se a manteiga com o açúcar até se obter uma mistura fofa.

Adiciona-se um ovo de cada vez, batendo entre cada adição até ficar bem incorporado.

Adiciona-se a farinha, o fermento, o sal fino misturados alternando com com o leite misturado com a baunilha.

Misturam-se os mirtilos com o amido de milho até ficarem bem cobertos e adicionam-se à massa dos muffins, envolvendo com cuidado para não rebentar os frutos.

Distribui-se a massa pelas formas e levar ao forno durante 35 a 45 minutos, ou até se espetar um palito no centro do muffin e este sair seco.




12:49

Tarte Fofa de Pêssego e Panquecas de Abóbora - Muito Mais Do Que Trigo (Farinha de Pinhão)

Tarte Fofa de Pêssego e Panquecas de Abóbora - Muito Mais Do Que Trigo (Farinha de Pinhão)
Como já tem vindo a ser hábito, sábado é sinónimo de "Muito Mais Do Que Trigo", em que vos apresento farinhas alternativas à farinha de trigo. Não que eu seja contra o trigo, mas porque razão nos devemos cingir apenas ao trigo, quando há tantos grãos e sementes que, quando transformados em farinha, resultam em comidas deliciosas e muito ricas em nutrientes.

A farinha que vos apresento hoje é a farinha de pinhão. Numa das minhas visitas ao supermercado Biomercado, um funcionário super simpático mostrou-me esta nova farinha da Diese. Sinceramente, assim que abri a embalagem só me apeteceu comer a farinha à colherada. Tem um cheio delicioso e confere um sabor ainda melhor aos cozinhados.

Para quem segue a página d'As coisas da Mãe Sofia no Facebook, viu no início da semana uma tarte de pêssego que suscitou muita curiosidade. Pois hoje a receita é publicada e vem acompanhada de umas deliciosas panquecas de abóbora.

Se gostam destas receitas, então partilhem com os vossos amigos e ajudem-me a divulgar opções muito mais nutritivas à farinha de trigo refinada.



O que é a farinha de pinhão?

Ao contrário do que possam pensar, esta farinha não é apenas o resultado da moagem do pinhão. Para além do pinhão ser moído, é também retirado o óleo do pinhão, obtendo-se uma farinha com um baixo teor de gordura, e por consequência, com baixo valor calórico.

A única marca que conheço que produz esta farinha é a Diese e, apesar de vir em embalagens de 200g, rende bastante, pois não é necessário usar em tanta quantidade para obter o resultado desejado. Já podem encontrar na maioria das grandes superfícies e em lojas de produtos naturais.


Quais as vantagens de consumir farinha de pinhão?

As vantagens de consumir furos secos já são conhecidas, e o mesmo se aplica a esta farinha. Rica em minerais, vitaminas e fibras, esta farinha, em conjunto com uma dieta equilibrada, fornece nutrientes essenciais para promover defesas contra doenças como o cancro, níveis de colesterol saudáveis, ajuda a fortalecer os ossos, contribui para olhos mais saudáveis, e muito mais.


Como usar a farinha de pinhão?

A farinha de pinhão absorve muito mais líquido do que a farinha de trigo. Devido a esta facto, para substituir a farinha de trigo pela de pinhão basta usar 25 a 50% desta farinha. Quero eu dizer com isto que se a receita pede 100g de farinha de trigo, basta substituir por 25 a 50g de farinha de pinhão.
Esta farinha resulta muito bem quando adicionada à massa de pão, substituindo uma parte da farinha de trigo, em panquecas, bolos, bolachas e até para adicionar ao iogurte.

Deixo abaixo duas deliciosas sugestões para experimentar esta fantástica farinha. Experimentem e partilhem comigo as fotos.

NOTA: As opiniões aqui descritas, são minhas e este post não foi pago por nenhuma marca. Tudo o que aqui é sugerido, é resultado da minha experiência.



TARTE DE PÊSSEGO
(sem trigo, lacticícios, ovos e açúcar refinado)

Sempre que vou ter com os meus pais levo um miminho. Desta vez, para além dos meus pais, o meu sobrinho estava também com eles e tinha de levar um docinho para eles. Esta tarte fica super fofinha, e também docinha devido ao sumo de maçã e ao açúcar de coco.



Ingredientes:

1 chávena de farinha de espelta
1/2 chávena de farinha de espelta integral
1/4 de chávena de farinha de pinhão
3/4 de chávena de açúcar de coco
1 colher de sobremesa de fermento em pó
1 colher de café de bicarbonato de sódio
1 colher de café de canela em pó
1 colher de chá de essência de baunilha
1 chávena de sumo de maçã acabado de extrair (ou leite vegetal)
1/4 de chávena de azeite
sumo e raspa de meio limão
2 pêssegos grandes

1 CHÁVENA = 240ML

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Untar uma tarteira com azeite o polvilhar com farinha de espelta ou com pão ralado.

Colocar numa tigela as farinhas, o bicarbonato de sódio, o fermento em pó, o açúcar e a canela.

Noutra tigela misturar o sumo de maçã, a essência de baunilha, o azeite, e o sumo e raspa de meio limão.

Verter os ingredientes líquidos para a tigela com os ingredientes secos, e misturar.

Transfere-se a massa para a tarteira.

Cortam-se os pêssegos com pele em fatias finas e dispõem-se em cima da massa.

Leva-se ao forno durante 35 a 45 minutos, ou até se espetar um palito no centro e este sair limpo.

Servir morna ou fria, e de preferência com gelado de baunilha. Uma combinação maravilhosa!



RECEITA ADAPTADA DO LIVRO "COZINHA VEGETARIANA" DE GABRIELA OLIVEIRA




PANQUECAS DE ABÓBORA

Cá em casa adoramos panquecas, sejam elas doces ou salgadas. Desta vez fiz estas panquecas para o jantar e não desapontaram. Muito saciantes, cheias de nutrientes e deliciosas!




Ingredientes:

1 chávena de abóbora cozida a vapor e reduzida a puré
85g de iogurte natural
2 ovos médios
50g de queijo Emental
1 chávena e meia de farinha de trigo
1/4 de chávena de farinha de pinhão
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de sopa de manteiga derretida
sal e pimenta preta

hummus para acompanhar
rúcula
abacate
sumo de limão

1 CHÁVENA = 240ML


Preparação:

Aquecer uma frigideira antiaderente em lume médio.

Numa tigela larga misturar a abóbora com o iogurte, os ovos, o queijo e temperar com sal e pimetnta.

Adicionam-se as farinhas, o fermento em pó e mistura-se, apenas até a farinha estar incorporada.

Junta-se a manteiga derretida e envolve-se bem.

Unta-se a frigideira com azeite e fritam-se pequenas panquecas de cada vez (2 colheres de sopa de massa por panqueca).

Quando a panqueca estiver firme por baixo (após mais ou menos 2 minutos), volta-se a panqueca e deixa-se cozinhar durante 2 minutos.

Servir com hummus, rúcula e abacate regado com sumo de limão.


20:14

Pizza de Gorgonzola, Nozes e Rúcula

Pizza de Gorgonzola, Nozes e Rúcula
Dizem por essa internet fora que hoje é o Dia Mundial da Pizza. Pois isso fez-me lembrar desta pizza que fiz a semana passada, e que hoje venho partilhar convosco.

Deliciosa, com sabores fortes e tão simples de fazer!





Ingredientes (1 pizza grande):

1 receita de massa pizza express
3 colheres de sopa de molho de tomate
150 a 200g de queijo mozzarela ralado
100g de queijo Gorgonzola
nozes Frutos de Vettonia a gosto
oregãos
rúcula
sémola de trigo

Preparação:

Aquece-se o forno a 220ºC e coloca-se um tabuleiro grande sem paredes no forno.

Estende-se uma folha de papel vegetal que se polvilha com sémola de trigo.

Em cima da folha de papel vegetal polvilhada estende-se a massa.

Espalha-se o molho de tomate e polvilha-se com o queijo mozzarela.

Dispõem-se pedaços de gorgonzola em cima do mozzarela e polvilha-se com as nozes partidas.

Polvilha-se com oregãos.

Faz-se deslizar a folha de papel vegetal para cima do tabuleiro quente e leva-se ao forno até a massa estar dourada e os quejos derretidos.

Espalha-se a rúcula por cima da pizza e serve-se de imediato.





08:51

Raia Assada com Cebola e Pimento

Raia Assada com Cebola e Pimento
Sei que há adolescentes que não querem sequer chegar ao pé de peixe, mas eu tenho um em casa que adora peixe. Raia, truta, cantaril, e carapau são os peixes preferidos dele.

Eu bem procuro raia a um preço simpático e que esteja fresca, mas geralmente não gosto do aspecto delas no supermercado ou na praça, e acho o preço demasiado alto para quem tem de alimentar uma família. Sei que os pescadores têm de ganhar a vida, as lojas têm de fazer lucro, mas eu tenho de pensar na minha carteira, e acho que o peixe anda estupidamente caro.

Há umas semanas vi no Lidl asas de raia congeladas a um preço bem simpático (pelo menos para mim sai mais em conta), e lá trouxe 4 para casa.

Confesso que não é meu hábito fazer peixe cozido. Eu gosto, mas o resto do pessoal não aprecia, então opto por assar, fazer caril, fazer filetes, grelhar, fritar e nunca lhe torcem o nariz. Por isso, em vez de cozer a raia (que eu adoro com batata e cebola cozidas), marinei o peixe, assei-o e ficou delicioso! Não sobrou nem um fio de raia! 


 


Ingredientes (4 pax):

para marinar a raia

4 asas de raia congeladas do Lidl
1/2 colher de chá de pimentão fumado
1/2 colher de tomilho seco
sal e pimenta preta
60ml de vinho branco
2 colheres de sopa de azeite

para a cebolada com pimento

2 cebolas grandes
1/2 pimento vermelho
3 colheres de sopa de azeite
sal e pimenta preta
1 folha de louro


Preparação:

Pré-aquecer o forno a 200ºC. Preparar um tabuleiro de barro grande ou uma travessa grande de pirex.

para marinar a raia

Colocam-se as asas de raia já descongeladas num recipente largo.

Misturam-se todos os ingredientes da marinada e cobre-se bem a raia, garantido que o peixe está todo coberto pela marinada. Reservar.

para a cebolada com pimento

Aquece-se uma frigideira larga com o azeite e adicionam-se as cebolas cortadas em rodelas e a folha de louro.

Polvilha-se com uma pitada de sal e pimenta preta e deixa-se cozinhar em lume médio, mexendo com frequência para que não queime.

Quando a cebola começar a murchar, junta-se o pimento cortado em tiras pequenas e deixa-se cozinhar tapado, em lume brando, até que a cebola fique bem macia. Não esquecer de mexer de vez em quando para que a cebola não queime.

para assar a raia

Coloca-se a cebola e pimento no fundo do tabuleiro, junto com todo o molho que se formou durante o tempo que esteve a cozinhar na frigideira.

Cobre-se com a raia e rega-se com a marinada do peixe.

Leva-se ao forno durante 20 a 30 minutos, dependendo da altura das asas de raia.

Para testar se o peixe está pronto, basta tentar separar o lado mais alto da espinha. Se o peixe se separar com facilidade da espinha é porque está pronto.

Servir com puré de batata e uma salada verde.




Copyright © 2016 As coisas da Mãe Sofia , Blogger