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07:00

Torta de chocolate

Torta de chocolate

 Há uns dias alguém se "queixou" que eu não tinha nenhuma torta de chocolate aqui no blog. Como os vossos desejos são uma ordem, deixo-vos a receita que costumo fazer. Fica super fofa, é rápida de fazer e sai sempre bem. Tal como qualquer torta, assim que o palito sai seco tira-se logo do forno, porque se a massa secar muito, depois a torta racha ao ser enrolada.

A receita da torta é uma adaptação de uma receita de torta de laranja que já foi publicada aqui no blog, e o recheio de chocolate é do livro "Uma pastelaria em casa" da Rita Nascimento. 



 INGREDIENTES

6 ovos
180g de açúcar em pó
150g de farinha com fermento
30g de manteiga derretida
sumo e raspa de 2 laranjas
2 colheres de sopa de cacau
açúcar granulado para polvilhar

para o recheio de chocolate
300ml de leite
3 gemas
50g de açúcar
25g de amido de milho
25g de manteiga
50g de chocolate em barra

 

PROCEDIMENTO

Começa-se por fazer o creme de chocolate. Aquece-se o leite numa panela pequena até começar a ferver.

Numa tigela batem-se as gemas, o açúcar e o amido. Junta-se o leite aos poucos mexendo sempre.

Verte-se a mistura de gemas e leite para a panela e leva-se a lume médio mexendo sempre com uma vara de arames até que fico espesso.

Retira-se do lume e junta-se a manteiga fria e o chocolate em pedaços, mexendo até que derretam e se obtenha um creme homogéneo.

Transfere-se para uma tigela e cobre-se com película aderente, pondo-a colada ao creme para não ganhar crosta seca. Guardar no frigorífico até ser necessário.

Enquanto o creme arrefece, faz-se a torta.

Pré-aquecer o forno a 180ºC e forrar um tabuleiro quadrado ou retangular grande com manteiga e papel vegetal.

Numa batedeira batem-se as claras até começar a formar castelo.

Adiciona-se o açúcar em pó e bate-se novamente até se obter um merengue firme.

Adicionam-se as gemas, o sumo e a raspa de laranja e a baixa velocidade bate-se até estar tudo envolvido.

Adiciona-se a farinha, o cacau e a manteiga derretida e mistura-se com uma vara de arames com cuidado até que esteja tudo envolvido.

Verte-se a massa para o tabuleiro e leva-se ao forno durante 20 minutos.

Ao fim desse tempo verifica-se com um palito se a torta está cozida e retira-se.

Prepara-se um pano limpo aberto em cima da bancada e polvilha-se com açúcar.

Vira-se a torta para cima do pano e cobre-se com o creme de chocolate.

Com a ajuda do pano, começa-se a enrolar a torta.

Deixa-se arrefecer a torta enrolada no pano durante 15 minutos e só depois se transfere para uma travessa. Decorar a gosto.


07:02

Muffins de limão e sementes de papoila

Muffins de limão e sementes de papoila
Eu adoro a ideia de fazer pequenos bolos, em doses individuais, com forminhas coloridas, e com padrões a condizer com a ocasião. Os muffins e os cupcakes encaixam-se perfeitamente nesta descrição, por isso é frequente haver destes bolinhos cá por casa.

Pelos anos da minha mãe, que comemorámos com uma videochamada de grupo com o meu irmão e sobrinho e os meus pais, mesmo à distância, tinha de haver um bolinho de anos com vela para apagar. Não era a pandemia que nos ia impedir de comemorar os anos da minha mãe.

Ora, como ela adora sabores cítricos, lembrei-me de fazer estes muffins que vi no blog "Yummie's Noshery". São muito leves, simples de fazer, com um sabor pronunciado a limão, com as sementes de papoila que dão uma textura muito interessante ao muffin e com uma cobertura doce que torna o muffin ainda saboroso. Ainda por cima, rende apenas 7 muffins, evitando o exagero de se ficar com uma quantidade enorme de bolos. Contudo facilmente se duplica ou triplica a receita.





Ingredientes
(rende 7 muffins)

2/3 de chávena de açúcar
1 ovo
1/2 chávena de óleo
1/3 de chávena de leite
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de sopa de sementes de papoila
raspa de 1 limão grande
1 e 1/4 chávenas de farinha de trigo sem fermento
1 colher de chá de fermento em pó para bolos
1 pitada de sal fino
125g de iogurte natural

para a cobertura:

1 chávena de açúcar em pó
cerca de 2 colheres de sopa de sumo de limão

1 chávena = 250ml

Preparação

Pré aquece-se o forno a 180ºC. Forram-se 7 formas de queques com forminhas de papel.

Numa tigela funda, misturam-se o açúcar, o ovo, leite e essência de baunilha.

Adicionam-se as sementes de papoila e a raspa de limão e mistura-se novamente.

Junta-se a farinha, o fermento e o sal e incorpora-se bem até que não haja vestígios de farinha seca, nem grumos. Não bater demasiado a massa para que os muffins fiquem leves e fofos.

Adiciona-se o iogurte natural e mistura-se.

Divide-se a massa pelas formas e leva-se ao forno durante 20 minutos, ou até que fiquem dourados e o palito saia seco quando espetado no meio.

De seguida faz-se a cobertura, colocando o açúcar numa tigela e adiciona-se o sumo de limão a pouco e pouco, mexendo com uma colher ou uma vara de arames pequena, até que se obtenha uma mistura brilhante e fluída o suficiente para espalhar por cima dos muffins.

Cobrem-se os muffins com a cobertura de açúcar e limão e deixa-se arrefecer. (Se conseguirem!!!!)

Prontinho! Bom apetite!


15:12

Pastel de Nata Gigante

Pastel de Nata Gigante
Adoro pastel de nata, e apesar de viver a minutos do famoso pastel de Belém, a preguiça é demasiada para enfrentar as longas filas que diariamente se veêm à porta. As pastelarias que vendem bons pastéis de nata (de acordo com o meu gosto, claro!) ficam longe e entra novamente a preguiça de perder tanto tempo para me deslocar até elas.

Como me estava mesmo a apetecer um pastel de nata, aproveitei que já tinha o forno ligado por estar a assar um frango para o almoço e fiz rapidamente o pastel de nata. Novamente a preguiça... não me apetecia ter o trabalho de forrar forminhas com a massa... daí sai um pastel de nata gigante! Massa super estaladiça, um interior cremoso, suave e maravilhoso...hmmmm, que delícia!










Ingredientes:

1 base de massa folhada redonda
200g de açúcar
160ml de água
1 pau de canela
1 tira de casca de limão
250ml + 90ml de leite
80g de farinha
6 gemas

açúcar em pó e canela para polvilhar


Preparação:

Liga-se o forno a 240ºC. Forra-se uma tarteira de 23cm de diâmetro com a massa folhada.

Leva-se um tacho ao lume com a água e o açúcar e deixa-se ferver por 1 minuto.

Transfere-se a calda de açúcar para uma tigela e reserva-se.

No mesmo tacho levam-se os 250ml de leite, o pau de canela e a casca de limão ao lume até começar a ferver.

Numa tigela coloca-se a farinha com os 90ml de leite e mistura-se com uma vara de arames até se obter um creme sem grumos.

Verte-se o leite fervido em fio para o creme de farinha, mexendo sempre com a vara de arames. Adiciona-se também a calda de açúcar e mistura-se.

Verte-se a mistura para o tacho e leva-se novamente ao lume até começar a engrossar.

Retira-se do lume, descarta-se o pau de canela e a casca de limão.

Adicionam-se as gemas ao creme quente, mexendo, rapidamente e sem parar, com uma vara de arames.

Verte-se o creme para um passador para eliminar qualquer grumo ou pedaço de ovo que possa haver e transfere-se o creme para a forma forrada com a massa folhada.

Leva-se ao forno até que o topo tenha aquela camada escura, típica dos pastéis de nata, o que demorará uns 15 a 20 minutos.

Retira-se o pastel de nata do forno e deixa-se arrefecer por 15 minutos na forma. Depois transfere-se para um prato de servir e polvilha-se com açúcar e canela a gosto.



19:58

Torta de Amêndoa e Ovos

Torta de Amêndoa e Ovos
Pensam vocês "Ai mulher, dois doces em dois dias?!". Sim! Não dá para guardar esta torta só para mim. É fofa, saborosa, doce, com pedaços crocantes de amêndoa, enorme e linda. Querem mais razões para justificar esta publicação? Ora então, dou-vos mais uma: é relativamente fácil de fazer, considerando que estamos a falar de uma torta, que geralmente é o terror de muitas pessoas, por se partirem.

Agora, antes de passar à receita, só tenho um pequenino aviso... Não se assustem com a quantidade de ovos que leva. É uma torta grande, dá para muitas pessoas, e não é algo que se faça todas as semanas.

E já ignorem o facto de eu ser uma azelha a enrolar tortas, porque nunca consigo enrolar uma torta bem apertadinha.



 Ingredientes:

creme de ovos:

300g de açúcar
150ml de água
10 gemas
10g de amido de milho
20g de manteiga gelada


torta:

180g de açúcar
9 ovos
220g de farinha com fermento
raspa de meio limão
7 colheres de sopa de amêndoa picada torrada

açúcar em pó para decorar



Preparação:

Começa-se por fazer o creme de ovos colocando o açúcar e a água num tacho e mexe-se para dissolver o açúcar.

Leva-se ao lume, sem mexer, até que se atinja o ponto de pérola (107ºC).

Retira-se do lume e deixa-se arrefecer por 10 minutos.

À parte batem-se as gemas e mistura-se o amido, mexendo bem para eliminar qualquer grumo que se forme.

Depois da calda arrefecida, junta-se em fio às gemas.

Verte-se toda a mistura para o tacho e leva-se a lume muito brando, mexendo sempre, até que engrosse e levante fervura.

Retira-se do lume e incorpora-se a manteiga gelada, cortada em cubinhos, mexendo sempre para incorporar bem a manteiga no creme de ovos.

Conserva-se no frigorífico com uma película aderente colada à superfície do creme para evitar ganhar uma capa e para que não se formem gotas de água.

Para a torta, começa-se por aquecer o forno a 180ºC. Untar uma form de 32x37 cm e forrar com papel vegetal.

Batem-se os ovos com o açúcar, até que se forme um creme leve, volumoso e amarelo claro.

Peneira-se a farinha, junta-se a raspa de limão e adiciona-se tudo à gemada fofa feita. Envolve-se delicadamente no creme até que a farinha esteja totalmente incorporada.

Polvilha-se com 3 colheres de sopa de amêndoa torrada e leva-se ao forno durante 17 minutos (pode variar de forno para forno) ou até o palito sair seco quando espetado no centro. Não deixar alourar e secar senão a torta pode partir quando for enrolada.

Estende-se um pano limpo na bancada e polvilha-se generosamente com açúcar em pó.

Vira-se o tabuleiro com a torta para cima do pano.

Barra-se com o creme de ovos. Se o creme estiver demasiado espesso, leva-se ao microondas durante uns segundos para que o creme se torne mais fluido.

Polvilha-se com 3 colheres de sopa de amêndoa torrada e enrola-se a torta pelo lado mais largo.

Transfere-se com cuidado para uma travessa e polvilha-se com mais açúcar em pó e a restante amêndoa torrada.

RECEITA DA TORTA ADAPTADA DO LIVRO "O MELHOR DA COZINHA PORTUGUESA VOLUME 2", IMPALA

RECEITA DO CREME DE OVOS DO LIVRO "UMA PASTELARIA EM CASA" DA RITA NASCIMENTO


12:07

Bolo de laranja merengado

Bolo de laranja merengado
Eu acho os bolos enfeitados com pasta de açúcar muito bonitos e alguns são mesmo obras de arte, mas não aprecio comê-los. É preciso tirar a pasta de açúcar (porque não gosto), para começar a comer o bolo. Não sei, não me atrai. Nem a mim nem ao meu pessoal que nunca mostrou sinal nenhum de ter um bolo desses pelos anos.

Por isso, quando alguém cá em casa faz anos, os bolos têm sempre coberturas mais tradicionais (doce de ovos ou chantilly), pontualmente uma cobertura de queijo creme com açúcar, ou chantilly. Mas desta vez decidi variar e experimentar a fazer um merengue italiano para decorar o bolo. Para além de ficar lindo, aguenta bem fora do frigorífico (porque as claras ficam cozinhadas com a calda de açúcar a ferver) e não é nada difícil de fazer. Só precisam das ferramentas certas! Ora vejam a receita.






Ingredientes:
200g de açúcar
180g de manteiga à temperatura ambiente
4 ovos
2 gemas (reservar as claras para o merengue)
180g de farinha de trigo
100g de farinha de arroz
1 colher de sobremesa de fermento em pó
raspa e sumo de duas laranjas

para o merengue italiano:

150g de açúcar
60ml de água
2 claras de ovo

Preparação:
 Unta-se uma forma redonda com 20cm de diâmetro e polvilha-se com pão ralado. Aquecer o forno a 180ºC.

Bate-se o açúcar com a manteiga, até se obter um creme suave.

Juntam-se as seis gemas, uma a uma, batendo entre cada adição.

Adiciona-se o sumo de laranja e envolve-se. (vai parecer coagulado, mas é mesmo assim)

Peneiram-se as farinhas com o fermento e adicionam-se ao creme de anterior, bem como a raspa das duas laranjas.

Batem-se 4 claras em castelo com uma pitada de sal e envolve-se, delicadamente, a pouco e pouco na massa do bolo.

Verte-se a massa para a forma e leva-se ao forno durante 45 minutos, ou até estar dourado e o palito sair seco quando espetado no centro do bolo.

Retira-se do forno, transfere-se para uma rede e deixa-se arrefecer.

Entretanto faz-se o merengue italiano.

Batem-se as 2 claras em castelo, e enquanto as claras estão a ser batidas, faz-se a calda de açúcar, colocando a água e o açúcar num tachinho e leva-se ao lume.

Mexe-se até que o açúcar se dissolva. Quando começar a ferver, deixa-se ferver (pode variar) até formar ponto de bola mole (ver o vídeo da La Dolce Rita para uma explicação detalhada).

Com as claras já montadas em castelo, verte-se a calda de açúcar pela parede da tigela (não deitar por cima da vara de arames, senão projecta açúcar a ferver, podendo levar a queimaduras!!!), batendo sempre a velocidade máxima. (É mais fácil de fazer com a ajuda de uma batedeira com tigela de vidro ou inox)

Deixa-se bater à velocidade máxima até que, quando se toca na lateral da tigela, esta já esteja praticamente à temperatura ambiente.

Cobre-se o bolo já frio com o merengue italiano, fazendo efeitos ao vosso gosto. Com um maçarico de cozinha queima-se o merengue.

Guarda-se no frigorífico até à hora de servir.

ADAPTADO DO LIVRO "O MELHOR DA COZINHA PORTUGUESA - VOLUME 2", IMPALA





06:30

O meu bolo de café

O meu bolo de café
A convite da Kaffa Cafés, tive a oportunidade de visitar a fábrica da cápsula de café portuguesa. Meu Deus, o cheiro desta fábrica! Dava vontade de fazer um perfume com cheirinho a café que pairava no ar, cheiro esse que me inspirou a fazer este bolo delicioso e fofinho.



Mas voltando à visita! Durante um delicioso pequeno almoço, foi-me dada a conhecer a história da marca Kaffa que começa em 1903, com a fundação do café "A Brasileira" por Adriano Telles. Um homem de cultura, interessado pelas artes, música e pintura, e com uma visão comercial muito à frente do seu tempo, abre vários cafés em Portugal e um também em Sevilha. Assim começou um negócio de sucesso que deu origem aos cafés que hoje vos apresento.

A Kaffa Cafés, empresa portuguesa, moderna, inovadora e que valoriza as pessoas, trabalha todos os dias para nos apresentar um produto de elevada qualidade, enquanto procura também ir ao encontro da necessidade dos dias de hoje, estudando formas de desenvolver cápsulas mais amigas do ambiente.


Uma fábrica em constante expansão, produz cápsulas compatíveis com as principais marcas de cápsulas de café, mas também produz as suas próprias cápsulas com blends únicos, resultando numa experiência sensorial única.

Tudo começa com os melhores cafés da América Central, América do Sul, Ásia e África. O café verde com a certificação UTZ (certificação de que é cultivado e colhido de forma sustentável) é então torrado, moído e são feitos os blends que depois vão compor as diferentes cápsulas de café que são produzidas aos milhares todos os dias. Tudo isto é feito sem aditivos ou químicos, como tive a oportunidade de comprovar. Ora isto significa que estas cápsulas não têm uma validade de mais de 10 anos como algumas que existem no mercado. Poder-se-ia pensar que isso poderia tornar o café menos aromático, mas muito pelo contrário. Café de aroma forte e com um sabor que perdura no palato, deixou-me rendida aos cafés da Kaffa Cafés.



E agora vamos falar das embalagens. Os olhos também "comem" e as embalagens de café são tão bonitas, com símbolos tradicionalmente portugueses de acordo com a intensidade do café.
São 6 as intensidades do café: o fado (intensidade 10), o cravo (intensidade 8), namorados (intensidade 6), coração (intensidade 5), azulejo (intensidade 5), e andorinha (intensidade 2).

Mas melhor do que ficarem por aqui, passem pelo site, ou por um supermercado onde podem encontrar o café. Já as máquinas, podem comprar pelo site, e a relação preço qualidade é muito boa.

Por fim, agradeço à Kaffa Cafés pela simpatia com que nos receberam, e pela oportunidade que me deram e ao meu filho de conhecer melhor e perceber tudo o que está por trás do fabrico da cápsula de café portuguesa.

Agora o bolo! Ai o bolo!
Há bastante tempo que queria fazer um bolo de café, daqueles sem cremes complicados, dos que se comem acompanhados por um café, por leite ou pelos dois. Isto porque ainda não tinha uma boa receita de bolo de café, e depois da visita à Kaffa Cafés, fiquei inspirada.

Ora o bolo resultou tão bem, mas tão bem, que desapareceu num instante! É perfeito para quem não gosta de bolos demasiado doces. O sabor pronunciado a café, torna-o perfeito para o lanche e o glacé de café e aguardente dá a doçura extra que o bolo precisa. Com um interior húmido e super fofinho, o difícil vai ser parar de comer!







 Ingredientes:

250g de farinha de trigo sem fermento
uma colher de chá mal cheia de bicarbonato de sódio
uma colher de chá mal cheia de fermento em pó
1 pitada de sal fino
190g de manteiga à temperatura ambiente
160g de açúcar moreno escuro (dark brown sugar)
1 ovo
1 gema
2 colheres de chá de essência de baunilha
2 bicas Kaffa Cafés Namorados (cerca de 80ml)
1 iogurte grego de 125g
90 ml de leite
80g de pepitas de chocolate

4 colheres de sobremesa cheias de açúcar em pó
2 colheres de chá de aguardente
1 bica Kaffa Cafés Namorados

Preparação:

Aquecer o forno a 180ºC. Untar uma forma rectagular de bolo inglês com manteiga e polvilhar com pão ralado.

Fazem-se as duas bicas e deixam-se arrefecer.

Bate-se a manteiga com o açúcar moreno. Adiciona-se a essência de baunilha, o ovo e a gema e bate-se até se obter um creme homogéneo.

Junta-se o iogurte e as bicas e mistura-se.

Adiciona-se a farinha, o fermento em pó, o bicarbonato de sódio, e a pitada de sal e envolve-se no creme. Adiciona-se o leite e misturam-se as pepitas de chocolate.

Transfere-se a massa do bolo para a forma untada e leva-se ao forno durante 45 minutos ou até o palito sair sequinho quando se espeta no meio do bolo.

Enquanto o bolo arrefece, faz-se o glacé.

Coloca-se o açúcar em pó numa tigela, adiciona-se a água ardente e vai-se juntando a pouco e pouco o café, mexendo sempre, até que se obtenha um creme espesso que escorre em fio da colher.

Transfere-se o bolo para uma travessa e rega-se com o glacé.











07:00

Torta de Framboesa

Torta de Framboesa
Quantas de vós já tentaram fazer uma torta e esta partiu-se toda, ficando num frangalho? Pois, também já me aconteceu. Aconteceu vezes demais, e cheguei mesmo a desistir de fazer tortas. Mas há uns anos voltei a tentar e finalmente consigo fazer tortas que saem sempre bem, que são fofas, não se partem e deliciosas. 

Já há uma receita de torta aqui no blog, para quem prefere uma receita grande de torta, mas esta receita de hoje, tem o tamanho perfeito para quem não quer entrar em exageros.

No que diz respeito ao recheio, eu usei geleia de framboesa que fiz há umas semanas, mas se preferirem outro sabor, ou mesmo doce de ovos, creme de pasteleiro, ou para os mais gulosos, Nutella, resulta na perfeição.


Ingredientes:

3 ovos médios
75g de açúcar
75g de farinha com fermento
raspa de meio limão
4 colheres de sopa de geleia de framboesa

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 200ºC. Untar levemente e forrar uma forma 30x20cm com papel vegetal, e untar novamente.

Colocam-se os ovos na tigela de uma batedeira e bate-se em velocidade máxima por 2 minutos.

Sem parar de bater adiciona-se o açúcar e a raspa de limão e deixa-se bater durante 8 minutos, até os ovos parecerem chantilly e dobrarem de volume.

Peneirar a farinha para a tigela com os ovos batidos e envolver delicadamente.

Transfere-se a massa para a forma, nivela-se a massa com a ajuda de uma espátula e leva-se ao forno durante 10 minutos.

Entretanto prepara-se um pano limpo, abrindo em cima de uma bancada e polvilha-se uniformemente com açúcar.

Retira-se a forma do forno e vira-se para cima do pano. Retira-se o papel vegetal e espalha-se a geleia de framboesa sobre o bolo.

Enrola-se a torta pelo lado mais largo e deixa-se embrulhada durante 1 minuto antes de transferir para uma travessa.

Decorar a gosto.





19:56

O melhor bolo inglês do Mundo!

O melhor bolo inglês do Mundo!
Já estamos a acabar Março e as receitas aqui publicadas têm sido muito poucas. Tinha uma série de ideias para pôr em práctica mas, depois do Natal complicado que tive, e de um cansaço mental generalizado que me tem consumido, a energia tem sido pouca para publicar o que vou fazendo na cozinha, e, por isso, peço desculpa a quem me segue.
Na tentativa de retomar a rotina normal deste cantinho vamos começar com um bolinho bem conhecido dos portugueses: o Bolo Inglês! Parece que agora todos querem os naked cakes, e aqueles bolos todos modernos decorados, mas, embora esses sejam deliciosamente espectaculares, eu preciso do tradicional bolo inglês. E esta receita é a minha preferida, não fosse ela da talentosa Maria de Lourdes Modesto. Fica crocante e torradinho por fora, e por dentro húmido qb e delicioso! O melhor que eu já comi!





Ingredientes:

150g de manteiga
250g de açúcar
2 colheres de chá bem cheias de fermento em pó
4 ovos
1dl de leite
1 cálice de aguardente
250g de frutas cristalizadas
100g de passas
350g de farinha sem fermento


Preparação:

Pré-aquecer o forno a 200ºC e untar uma forma rectangular de bolo inglês com manteiga, forrar com papel vegetal e voltar a untar e polvilhar com farinha.

Picar as frutas cristalizadas e passar por água morna para retirar algum do açúcar.

Bate-se a manteiga com o açúcar e o fermento.

Juntam-se os ovos inteiros e o leite, continuando a bater até se obter uma mistura suave e homogénea (se a mistura talhar não tem problema e não afecta o resultado final).

Adiciona-se a aguardente, as frutas cristalizadas passadas por farinha, as passas e a farinha.

Transferir a massa para a forma untada e forrada e lava-se ao forno.

Quando o bolo começar a crescer e a ficar lourinho, dá-se um golpe superficial no sentido do comprimento para dar a típica marca do bolo inglês. (não se preocupem que o bolo não afunda).

Deixar cozer por 1 hora, ou até o palito sair seco e se ter formado uma crosta estaladiça.






18:32

12 de Outubro, Dia da Hispanidade - Ensaimadas

12 de Outubro, Dia da Hispanidade - Ensaimadas
No dia de 12 de Outubro comemora-se o Dia da Hispanidade, que consiste na comemoração de todos os povos e nações que compartilham da língua e cultura espanholas. Na escola da minha filha, o professor de Espanhol decidiu comemorar o dia para lhe dar a conhecer um pouco da gastronomia que faz parte desta cultura e a nós calhou-nos levar uma ensaimada.

Confesso que não fazia ideia do que era, e lá fomos as duas procurar onde se podia comprar. Descobrimos que as ensaimadas são originárias de Maiorca, nas ilhas Baleares, e que havia à venda num conhecido supermercado espanhol em Lisboa. Pois, mas já sabem como eu sou, e acabei por ser eu a fazer com a ajuda da minha filha. Verdade que não fiz a versão original e fiz batota, pois o bolo exigia 12 horas de levedação e eu não tinha tempo para isso, mas resultou muito bem e acho que o resultado ficou muito próximo do original.

Agora, aviso-vos que é um bolo extremamente calórico, com bastante gordura, pois é confeccionado com banha de porco, e muita! Como não consumo banha cá em casa, só tinha meia embalagem de banha Primor Charcutaria que me sobrou de uns bolinhos que fiz para oferecer, fiz metade das ensaimadas com banha, e a outra metade com manteiga. Aconselho-vos a fazer com a banha, pois os resultados são bem diferentes, tanto em sabor como textura. Nas ensaimadas confeccionadas com banha, formam-se "folhas" definidas de bolo (como se pode ver mais abaixo na foto), e nas ensaimadas que foram confeccionadas com manteiga não há essa definição e sabe a mais brioche, o que não é mau, mas não é o pretendido. Na minha opinião as ensaimadas que levam banha na sua composição, ficam mais estaladiças por fora, e por consequência, mais saborosas e agradáveis em termos de textura.

Quando as ensaimadas são retiradas do forno devem arrefecer e serem polvilhadas com açúcar em pó. Aconselho que não saltem este passo, pois a doçura conferida pelo açúcar em pó é essencial para equilibrar o sabor do bolo. Podem também rechear com recheios típicos, como é o caso do doce de gila, ou optar por um recheio mais moderno, que é o caso da Nutella. Por fim, percebi depois de ver vários vídeos de quem sabe fazer, depois da massa amassada, não se junta nem mais um grão de farinha. Quer isto dizer que, assim que a massa está no ponto, para estender unta-se a bancada com azeite para não colar, o que também facilita esticar a massa até ficar quase transparente e se ver a bancada através dela. Caso polvilhem a bancada com farinha, vão alterar a consistência da massa e o resultado final será diferente do esperado.

Não deixem de experimentar!






Ingredientes (4 ensaimadas médias):

500 a 550 g de farinha
160g de açúcar
180ml de leite morno
2 colheres de chá de fermento seco para pão
2 ovos médios
1 gema
1 pitada de sal
200g de banha Primor Charcutaria (ou manteiga) à temperatura ambiente
açúcar em pó para polvilhar
azeite para untar a bancada


Preparação:

Coloca-se 500g de farinha e o açúcar na tigela da batedeira.

Num copo deita-se o leite e dissolve-se o fermento seco para pão. Deixa-se repousar durante 5 minutos.

Com o gancho de amassar pão colocado na batedeira, começa-se a amassar adicionando a mistura de leite à farinha e açúcar.

Juntam-se, de seguida, os ovos, a gema e o sal e amassa-se até a massa se descolar das paredes da tigela, mas sem deixar de ser macia. Poderá ser preciso adicionar os restantes 50g de farinha, o que deverá ser feito a pouco e pouco, não juntem tudo de uma vez. Esta quantidade irá depender da farinha, da temperatura ambiente, do tamanho dos ovos, e também do leite usado. Vão testando com os dedos para ver se a massa está no ponto correcto.

Forma-se uma bola e parte-se em quatro. Formam-se bolas e deixam-se a descansar por 45 minutos tapadas com um pano ligeiramente humedecido para que a massa não seque.

Unta-se a bancada com azeite e estende-se uma das bolas de massa com a ajuda de um rolo. Depois com as mãos, pega-se nas bordas da massa e abana-se a massa como se estivéssemos a estender um lençol. Repete-se esta operação em toda a volta até a massa estar tão esticada que se vê a bancada através dela. Não faz mal se abrir um buraquinho ou outro.

Com a mão, unta-se a massa com banha que deve estar bem macia, até ficar toda coberta.

Enrola-se pelo lado mais largo, como se fosse uma torta. Agarra-se nas pontas da massa enrolada e agita-se o rolo para cima e para baixo para esticar mais um pouco o rolo.

Num tabuleiro forrado com papel vegetal forma-se uma espiral, deixando algum espaço entre as voltas, para a massa ter espaço para crescer.

Repete-se a operação com a restante massa e banha.

Tapa-se com um pano e deixa-se levedar por duas horas.

Depois de quase dobrarem de volume, levam-se a forno pré-aquecido a 180ºC durante 20 a 30 minutos, ou até ficarem douradas.

Retiram-se do forno e deixam-se arrefecer em cima de uma rede.

Polvilham-se abundantemente com açúcar em pó. 




Receita adaptada do site "Bake to the Roots"





12:44

Passeando por Portugal com muffins de mirtilos

Passeando por Portugal com muffins de mirtilos
Este ano decidimos dar uma volta por Portugal e dar a conhecer aos nossos filhos o que  o nosso país tem de melhor. Ficou muito por ver, mas foi uma experiência fantástica em família. Foram tantos os sítios que vimos e foram tantos que ficaram por ver. Aqui fica um cheirinho das nossas férias.

A viagem começou com um farnel bem aviado, porque nós adoramos picnics. Não há fotos da salada porque, bem, uma caixa de pirex com salada russa, não é uma cena assim glamorosa de se mostrar. Hehehe! Mas os nossos picnics consistem em saladas, sandes, muita fruta, água, sumos, tudo muito práctico de consumir.  Fazer picnics nas férias permite-nos conhecer parques e zonas de merendas, que de outra forma não conheceríamos. Foi desta forma que descobrimos a Parque da Cidade no Porto, o Parque Florestal de Vila Real, e o Parque Infante D. Pedro em Aveiro. Parques lindos, calmos, arranjados, limpos, perfeitos para parar e desfrutar de um delicioso momento de descontracção em família.




A nossa primeira paragem foi em Águeda, para rever a cidade que há tanto tempo não visitávamos. Mas o nosso destino era o Caramulo. Já não visitava o Caramulo desde, talvez, os meus 15, 16 anos. Era lindo nessa altura e é lindo agora! O nosso objectivo era visitar o Museu do Caramulo, mas antes houve tempo para sentar no parque de merendas ao lado do Museu para almoçar. Para quem aprecia automóveis, a sua história, recomendo vivamente a visita. Especialmente agora com a exposição temporária da Porsche e do Star Wars. Carros que são obras de arte, para apreciar com calma, e para quem gosta de tirar fotografias, perder horas a encontrar o ângulo perfeito do vosso carro favorito.

Se tiverem tempo, façam como nós e subam à rampa do Caramulo e apreciem a vista linda!

Passámos algumas noites em Lamego, essa cidade linda, antiga, que nos faz recuar no tempo. 



Passeámos muito pelas imediações de Lamego, mas como é óbvio subimos ao Santuário da Nossa Senhora dos Remédios. Um local maravilhoso, onde se vêem esquilos a subir nas árvores, com uma vista fantástica sobre Lamego e uma igreja linda. Local também perfeito para matar a sede na fonte junto ao santuário, com água fresca e revigorante.

De Lamego a Peso da Régua é um instante, e um passeio que vale a pena fazer. O meu filho dirá que Peso da Régua tem bons carros, eu digo que ele tem razão, mas não podemos esquecer a paisagem, o Rio Douro, o mercado, a comida. Enfim! Visitem!



A conselho do local onde ficámos hospedados, fomos visitar São Leonardo de Galafura. Lá podemos avistar um longo percurso do Douro, perceber o que realmente é o Douro vinhateiro. Mais uma vez, se gostam de fotografia, este é o local para tirar fotos espectaculares, ao contrário das minhas que foram tiradas com o meu humilde telemóvel.

Uma cidade que também desejava voltar a visitar era Chaves. Foi com grande tristeza que vi o Rio Tâmega sujo. Tanto o cheiro, como a cor castanha, água turva, avisam que esta água não é própria para banhos, nem para apenas molhar os pés. Porquê?! Porque razão se deixa um rio chegar a este ponto?
Também os edifícios antigos precisam de intervenção urgente. Os prédios estão muito degradados. A arquitectura típica da cidade precisa de ser preservada. Uma cidade como Chaves precisa de mais investimento no que realmente é importante. É de facto uma cidade envelhecida, mas ao mesmo tempo muito bonita, não esquecendo a famosa ponte romana erguida pelos romanos sobre o rio Tâmega.
Por acaso, durante uma tentativa de fugir ao calor abrasador que fazia naquele dia, entrámos na Igreja Matriz Santa Maria Maior, que nos surpreendeu por ter o seu interior decorado com madeira, ao contrário do que habitualmente encontramos nas igrejas portuguesas, que costumam ser de pedra.




Já a caminho do Porto, visitámos Guimarães. Não é aceitável falar no berço da nação e nunca o conhecer. Subimos ao Castelo de Guimarães, só foi pena que não fosse possível subir ao topo da torre de menage. Lá pode-se encontrar uma exposição que explica a cronologia e os intervenientes na fundação deste belo país à beira mar plantado.



E como não visitar Braga? Claro que tínhamos de passar por lá e, claro, subir ao santuário da Nossa Senhora do Sameiro e visitar o Bom Jesus de Braga. Não tivémos muito tempo para explorar a cidade, mas almoçamos nos jardins da Nossa Senhora do Sameiro, onde podem encontrar mesas de picnic, muita sombra, e até uma torneira com água para lavar as mãos.
O santuário e o meio circundante são lindos. Independentemente da crença de cada um, é um sítio muito bonito de visitar.








E não podíamos ir embora sem visitar o Bom Jesus de Braga. Tem imensa gente, a igreja está em obras de restauro, por isso não dá para ver muito, mas mesmo assim, a vista que se tem sobre Braga é linda e vale bem a pena a visita.

Chegados ao Porto, o difícil é escolher o que visitar, por isso tirem uns dias para visitar esta cidade que tem muito que ver. Tive pena de não subir à Torre dos Clérigos, mas estar quase uma hora à espera para subir é demais. São tantos os turistas a quererem visitar este monumento, que fazem filas intermináveis.




Depois do Porto, descemos em direcção às praias do sul, parando em Aveiro. Depois de passear pelas ruas de Aveiro, ver os moliceiros, a antiga Fábrica de Cerâmica Jerónimo Pereira Campos e a estacão da CP, fomos até ao maravilhoso Parque Infante Dom Pedro para fazer um pic-nic.



Segundo o meu filho, a Gafanha da Nazaré, no Verão, é um excelente sítio para fazer car spotting, por isso lá fomos nós. Enquanto ele tira fotos aos seus carros preferidos (e havia muitos) nós apreciavamos a praia e as casas típicas locais.


Com o dia a acabar, ainda houve tempo de passar pelo Mosteiro da Batalha, e lá fomos a caminho do Alentejo para passar uns dias. Quem visitar o distrito de Portalegre, sugiro a visita aos parques aquáticos do Crato e das Galveias.


E por fim, fomos a caminho das lindas praias do Algarve. Infelizmente enquanto lá estivemos, coincidiu com o incêndio de Monchique que encheu os céus de fumo e cinza. Pela primeira vez, em muitos anos, não visitámos a serra, devido ao incêndio. Mete dó olhar para a serra completamente ardida. 
Ora se vamos ao Algarve, temos de passar por Vilamoura para mais um pouco de car spotting. E como havia um evento da Lamborghini, foram horas de fotos para o meu filho e para o meu marido, enquanto eu e a minha filha disfrutávamos de um delicioso gelado numa esplanada da Marina.



Agora que as férias acabaram e os miúdos ainda aproveitam as últimas semanas de "fare niente" (se bem que têm ajudado imenso nas tarefas de casa), há que voltar à rotina e isso significa que o blog termina também a sua pausa para férias.

Para recomeçar de uma forma bem docinha, trago-vos estes muffins que fiz para levarmos na viagem. 





Ingredientes (16 muffins):

115g de manteiga à temperatura ambiente
200g de açúcar
2 colheres de chá de fermento para bolos
1 pitada de sal fino
2 ovos médios
250 de farinha sem fermento
125ml de leite
1 colher de chá de essência de baunilha
250g de mirtilos
1 colher de sopa de amido de milho

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Forrar formas de queques com forminhas de papel. Reservar.

Bate-se a manteiga com o açúcar até se obter uma mistura fofa.

Adiciona-se um ovo de cada vez, batendo entre cada adição até ficar bem incorporado.

Adiciona-se a farinha, o fermento, o sal fino misturados alternando com com o leite misturado com a baunilha.

Misturam-se os mirtilos com o amido de milho até ficarem bem cobertos e adicionam-se à massa dos muffins, envolvendo com cuidado para não rebentar os frutos.

Distribui-se a massa pelas formas e levar ao forno durante 35 a 45 minutos, ou até se espetar um palito no centro do muffin e este sair seco.




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